Projeto Quero na escola

Hoje eu vou falar sobre um assunto que não tem nenhuma relação com consultoria de imagem, moda, nem nada do tipo. Vou apenas aproveitar esse espaço, onde consigo me expressar para um número grande de pessoas, para divulgar um projeto muito bacana do qual eu participo e, quem sabe, incentivar mais pessoas a participarem também!

O projeto em questão é o Quero na Escola, uma iniciativa incrível que consiste em trabalhar voluntariamente nas escolas públicas, apresentando atividades que não estão presentes na grade curricular e são desejadas pelos alunos. E como funciona? Funciona assim: existe um site, gerido por uma equipe super querida e responsável, e nele você encontra todas as escolas cadastradas e o que exatamente cada uma delas está pedindo – sim, são os próprios alunos que escolhem as atividades que gostariam de ter na escola. Então você vê se existe algum pedido que pode ser atendido por você e clica em “Posso ajudar”. Seus dados ficam armazenados e serão analisados pelo pessoal da equipe que, em pouco tempo, entra em contato para saber qual a sua disponibilidade para ir até a escola executar a atividade escolhida. Existe uma frequência exigida? Não. Existe um horário pré-determinado? Não. Você assume o compromisso dentro das suas possibilidades, é tudo negociável.

É no site também que os alunos entram para pedir as atividades que gostariam de ter. O processo acontece da mesma forma e as atividades ocorrem assim que são encontrados voluntários que se encaixam no perfil. O legal é que, através do site e do blog, você consegue acompanhar os pedidos dos alunos e ficar por dentro das atividades que estão acontecendo.

Eu tive minha primeira experiência como contadora de histórias esse ano, mas já me coloquei à disposição para ir mais vezes, inclusive para outras atividades – redação, palestra sobre autoestima, etc…Posso afirmar que foi uma tarde deliciosa! Aqueles vários olhinhos me encarando com curiosidade, enquanto eu lia contos do Christian Andersen. Trabalho voluntário aquece o coração, quando envolve crianças então, vira amor puro ❤

Quem quiser ler mais sobre a minha tarde na escola José Cândido de Souza, tem post aqui.

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TGIF

A dica cultural dessa sexta-feira está mara porque não se resume a apenas uma exposição – e olha que uma boa expo não é pouca coisa, hein! – É que rola até domingo, dia 12, a SP-Arte 2015, feira de arte internacional que reúne inúmeros artistas em um mega espaço, no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera.

SP-ARTE

São três andares com o melhor da arte moderna e contemporânea. Vai rolar lançamento de livro, bate-papo com autores, performances e muitas obras. É tanta coisa que nem tem muito como descrever aqui, só que vale MUITO a pena reservar um diazinho do fim de semana para visitar a expo. E claro, aproveitar a oportunidade para dar uma voltinha no parque, respirar um pouco de ar puro e relaxar do stress da “cidade grande”.

Para quem se animou com a ideia, a exposição acontece das 13h às 21h, na sexta e sábado, e das 11h às 19h, no domingo. A entrada é pelo portão 3 e os ingressos custam 40 reais – inteira – e 20 – meia. Ah! Aproveite para registrar tudo, câmeras e celulares estão liberados!

Sempre igual, sempre diferente

Eu não sou uma mulher de estampas. Nunca fui. Com exceção das listras e meu vício em oncinha, passei ilesa por todas as tendências estampadas. Xadrez, floral, artsy, tribal, nada disso me encheu os olhos e fez com que eu enchesse o guarda-roupa. Aliás, posso me definir como uma mulher em preto e branco – o que se estende, inclusive, a pele e cabelos. Durante a adolescência, até tive minha fase de cores, mas tirando os neutros, jamais me aventurei muito.

Confesso que, em determinado período, essa minha preferência P&B chegou a me incomodar um pouco. Porque por mais que eu soubesse que estava usando roupas diferentes, a impressão que eu tinha é que as pessoas achavam que eu nunca trocava de roupa – Turma da Mônica feelings. Minha obsessão por jeans, óbvio, só piorava a situação!

Então fiz os cursos de Consultoria de imagem e Coloração pessoal e, descobrindo minha cartela de cores – da qual, para minha imensa felicidade, o preto e o branco fazem parte – acabei me encorajando a colorir meu guarda-roupa. Hoje penso que antes acabava não comprando nada colorido porque, inconscientemente, percebia que não ficava bem em mim. A partir do momento que eu comecei a procurar as cores certas, descobri peças lindas e sem as quais não vivo mais, hehe. E, ao contrário do que você pode estar pensando, não abandonei o P&B. Ao invés disso, passei a ter MUITO mais segurança para investir nas minhas cores preferidas.

Se antes tinha receio de parecer sempre igual, agora sei que é possível ter inúmeras camisas brancas, como de fato tenho, sem que uma se pareça com a outra. Tudo vai depender do tecido e da modelagem. São eles que vão definir o caimento da peça, e isso é fundamental. Isso sem falar no tamanho – as minhas variam de camisetes a camisas masculinas ❤ – e nos eventuais detalhes, como botões, golas e adereços.

Toda essa história sobre a minha relação com as cores – na moda, que fique claro. Na vida sou uma pessoa do azul e amei que o azul klein nasceu para mim. Eu também nasci para ele! – é para, na verdade, falar mais uma vez sobre autoconhecimento e estilo pessoal. Quando você se conhece realmente, fica muito mais fácil sair da sua zona de conforto sem trair seu estilo. Você pode ser uma pessoa colorida, isso é lindo e, nesse caso, ouse. Mas se você não é, não se culpe, cobre ou force a nada. O mesmo vale para determinada modelagem, peça ou acessório. Descubra suas cores, suas preferências, o que te valoriza. Se estude e amplie seu leque de opções baseada em quem você é.

O que é essencial para mim – falarei mais sobre os “essenciais” em um post futuro – pode não ser para você e tudo bem ser assim. A moda tem que ser divertida e não ditar regras. O grande barato dela é exatamente esse, você pode aderir ou não, em maiores ou menores proporções. Assim como eu uso oncinha, independente de ser “tendência”, o xadrez nunca nem passou perto do meu guarda-roupa e não me sinto “out” por isso. Uniforme é pra época de colégio, na maturidade o gostoso está em ser diferente, em imprimir na sua imagem a sua personalidade.

Sempre vou ousar nos calçados, no cabelo, na cor do batom. Nas roupas, preto e, principalmente, branco serão predominantes. Essa sou eu, em P&B. Porque só eu sei a explosão de cores que acontece aqui dentro!

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TGIF

A sexta-feira está chuvosa, mas nem por isso menos delícia, né? Acho que mesmo quem é fã de calor deve concordar que estávamos precisando dessa queda de temperatura e, principalmente, dessa água, haha. Eu sei que esse tempo acaba desanimando de sair de casa e, consequentemente, anula várias opções de lazer no fim de semana, mas fala a verdade, existe coisa melhor para fazer, em dias assim, do que ficar deitada lendo um livro gostoso? Se você respondeu “não”, a dica de hoje é pra você!

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Trinta e oito e meio é o livro de crônicas da atriz e jornalista Maria Ribeiro, lançado em janeiro desse ano. Todas as crônicas são acontecimentos reais da vida da autora, descritos com uma peculiaridade e honestidade difíceis de se encontrar. Maria não tenta romancear a própria vida, tampouco se apresentar como a protagonista mocinha. Ela se despe e imprime no papel suas inseguranças, medos e neuroses de uma maneira autêntica e um humor extremamente ácido. Compartilha momentos de sua vida com inteligência e, mesmo sem a menor intenção de comover, em algumas passagens, comove. É inevitável não se identificar com ela, quando se assume neurótica, consumista, ou péssima cozinheira. O que apaixona no livro, acima de tudo, é isso, Maria não tem vergonha de ser quem é. Se aceita com seus defeitos sem mascará-los, se exibe humana e imperfeita. E como se não bastasse, todas as ilustrações são da ilustradora paulista Rita Wainer, que tem um trabalho delicado e lindo. Devorei o livro em 3 horas. Ri, chorei e quis mais. Leitura fácil e deliciosa. Eu indico esse livro para todas as mulheres que se orgulham de ser quem são e, em especial, àquelas que ainda tentam mudar ou se enquadrar em algum grupo ou convenção social. Que Trinta e oito e meio te inspire a amar cada uma das suas particularidades!

Obs: Se você for manteiga derretida ou estiver na TPM, pegue um lencinho antes de começar a leitura, ok? 😉

TGIF

O TGIF de hoje é pra lá de especial, primeiro porque vou indicar um livro que virou meu queridinho pra vida ❤ segundo porque no próximo domingo, dia 25, é aniversário da minha cidade natal, cidade da qual eu tenho imeeeenso orgulho e não troco por nenhuma outra desse mundo – Paris, talvez? -, apesar de todo o seu caos. Sim, São Paulo vai completar 461 anos e eu não poderia deixar de dar dicas para quem estará na cidade, certo? Ok, então, para ser democrática com os que não estão em SP, comecemos pelo livro…

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Como ser uma parisiense em qualquer lugar do mundo tinha tudo para ser mais um daqueles manuais de estilo óbvios sobre as parisienses. Mas não é. Escrito por quatro parisienses de estilos de vida extremamente diferentes – Sophie Mas, Audrey Diwan, Caroline de Maigret e Anne Berest – o livro retrata um lado mais leve e imperfeito do que estamos acostumadas. Tem clichê? É claro que sim, assim como qualquer livro sobre brasileiras, americanas, japonesas… O que faz a diferença é abordar o clichê com bossa, e isso elas souberam fazer com perfeição. Misturando dicas com confidências, os capítulos são recheados de um texto suave e bem humorado, onde as autoras fazem questão de mostrar que não são perfeitas e isso pouco importa, o mais importante é saber rir de si mesmas. Elas sabem! E para quem espera dicas mais específicas, elas dão receitas típicas, ensinam a arrumar uma mesa de jantar, falam sobre peças essenciais no guarda-roupa e até compartilham um roteiro para você ter um dia de parisiense. Não há como não querer fugir para Paris! Eu indico para todas as mulheres que se amam muito a para aquelas que precisam se amar mais!

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Aniversário de São Paulo! O aniversário da maior cidade do país vai ser recheado de atrações que, inclusive, não se limitam ao domingo, dia 25. Como não teria o menor cabimento eu ficar aqui replicando os cronogramas de eventos já publicados por sites especializados, eu vou compartilhar alguns links onde você pode ficar por dentro de tudo que irá rolar. Papel e caneta na mão e bora montar seu próprio roteiro:

Cronograma oficial da Prefeitura
Cronograma do site Cidade de São Paulo
Super compilado do Guia da Semana, com vários links e dicas de como aproveitar a terra da garoa

E uma dica final também para quem está ou estará por Sampa no fim de semana, vai até domingo a exposição do Castelo Rá-Tim-Bum, no MIS. Não sei qual a possibilidade de entrar, já que durante todos os meses de duração os convites esgotaram na velocidade da luz, masss, para quem é muito fã, não custa tentar!

Quem seguir alguma das dicas, depois me conta, ok? Bom fim de semana!!