Projeto Quero na escola

Hoje eu vou falar sobre um assunto que não tem nenhuma relação com consultoria de imagem, moda, nem nada do tipo. Vou apenas aproveitar esse espaço, onde consigo me expressar para um número grande de pessoas, para divulgar um projeto muito bacana do qual eu participo e, quem sabe, incentivar mais pessoas a participarem também!

O projeto em questão é o Quero na Escola, uma iniciativa incrível que consiste em trabalhar voluntariamente nas escolas públicas, apresentando atividades que não estão presentes na grade curricular e são desejadas pelos alunos. E como funciona? Funciona assim: existe um site, gerido por uma equipe super querida e responsável, e nele você encontra todas as escolas cadastradas e o que exatamente cada uma delas está pedindo – sim, são os próprios alunos que escolhem as atividades que gostariam de ter na escola. Então você vê se existe algum pedido que pode ser atendido por você e clica em “Posso ajudar”. Seus dados ficam armazenados e serão analisados pelo pessoal da equipe que, em pouco tempo, entra em contato para saber qual a sua disponibilidade para ir até a escola executar a atividade escolhida. Existe uma frequência exigida? Não. Existe um horário pré-determinado? Não. Você assume o compromisso dentro das suas possibilidades, é tudo negociável.

É no site também que os alunos entram para pedir as atividades que gostariam de ter. O processo acontece da mesma forma e as atividades ocorrem assim que são encontrados voluntários que se encaixam no perfil. O legal é que, através do site e do blog, você consegue acompanhar os pedidos dos alunos e ficar por dentro das atividades que estão acontecendo.

Eu tive minha primeira experiência como contadora de histórias esse ano, mas já me coloquei à disposição para ir mais vezes, inclusive para outras atividades – redação, palestra sobre autoestima, etc…Posso afirmar que foi uma tarde deliciosa! Aqueles vários olhinhos me encarando com curiosidade, enquanto eu lia contos do Christian Andersen. Trabalho voluntário aquece o coração, quando envolve crianças então, vira amor puro ❤

Quem quiser ler mais sobre a minha tarde na escola José Cândido de Souza, tem post aqui.

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Sempre igual, sempre diferente

Eu não sou uma mulher de estampas. Nunca fui. Com exceção das listras e meu vício em oncinha, passei ilesa por todas as tendências estampadas. Xadrez, floral, artsy, tribal, nada disso me encheu os olhos e fez com que eu enchesse o guarda-roupa. Aliás, posso me definir como uma mulher em preto e branco – o que se estende, inclusive, a pele e cabelos. Durante a adolescência, até tive minha fase de cores, mas tirando os neutros, jamais me aventurei muito.

Confesso que, em determinado período, essa minha preferência P&B chegou a me incomodar um pouco. Porque por mais que eu soubesse que estava usando roupas diferentes, a impressão que eu tinha é que as pessoas achavam que eu nunca trocava de roupa – Turma da Mônica feelings. Minha obsessão por jeans, óbvio, só piorava a situação!

Então fiz os cursos de Consultoria de imagem e Coloração pessoal e, descobrindo minha cartela de cores – da qual, para minha imensa felicidade, o preto e o branco fazem parte – acabei me encorajando a colorir meu guarda-roupa. Hoje penso que antes acabava não comprando nada colorido porque, inconscientemente, percebia que não ficava bem em mim. A partir do momento que eu comecei a procurar as cores certas, descobri peças lindas e sem as quais não vivo mais, hehe. E, ao contrário do que você pode estar pensando, não abandonei o P&B. Ao invés disso, passei a ter MUITO mais segurança para investir nas minhas cores preferidas.

Se antes tinha receio de parecer sempre igual, agora sei que é possível ter inúmeras camisas brancas, como de fato tenho, sem que uma se pareça com a outra. Tudo vai depender do tecido e da modelagem. São eles que vão definir o caimento da peça, e isso é fundamental. Isso sem falar no tamanho – as minhas variam de camisetes a camisas masculinas ❤ – e nos eventuais detalhes, como botões, golas e adereços.

Toda essa história sobre a minha relação com as cores – na moda, que fique claro. Na vida sou uma pessoa do azul e amei que o azul klein nasceu para mim. Eu também nasci para ele! – é para, na verdade, falar mais uma vez sobre autoconhecimento e estilo pessoal. Quando você se conhece realmente, fica muito mais fácil sair da sua zona de conforto sem trair seu estilo. Você pode ser uma pessoa colorida, isso é lindo e, nesse caso, ouse. Mas se você não é, não se culpe, cobre ou force a nada. O mesmo vale para determinada modelagem, peça ou acessório. Descubra suas cores, suas preferências, o que te valoriza. Se estude e amplie seu leque de opções baseada em quem você é.

O que é essencial para mim – falarei mais sobre os “essenciais” em um post futuro – pode não ser para você e tudo bem ser assim. A moda tem que ser divertida e não ditar regras. O grande barato dela é exatamente esse, você pode aderir ou não, em maiores ou menores proporções. Assim como eu uso oncinha, independente de ser “tendência”, o xadrez nunca nem passou perto do meu guarda-roupa e não me sinto “out” por isso. Uniforme é pra época de colégio, na maturidade o gostoso está em ser diferente, em imprimir na sua imagem a sua personalidade.

Sempre vou ousar nos calçados, no cabelo, na cor do batom. Nas roupas, preto e, principalmente, branco serão predominantes. Essa sou eu, em P&B. Porque só eu sei a explosão de cores que acontece aqui dentro!

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Fica, vai ter bolo!

O post de hoje é, provavelmente, o mais distante do foco do blog. Porém eu acredito que, quando a dica é boa, ela deve ser compartilhada. E já que tenho esse espaço de disseminação de boas ideias, resolvi compartilhar mais essa com vocês.

No último dia 21 de julho, a Bibi, minha filhotinha postiça – é minha enteada, mas acho essa palavra muito feia e impessoal para a relação de amor que existe entre nós – completou 5 anos – já é uma moça ❤ – e, como não estaríamos com ela na data, resolvemos fazer uma comemoração no dia 18.

Como a ideia era fazer uma reuniãozinha menor, só para a família – em torno e 20 pessoas, sendo uma criança além da Bia –, decidimos fazer em casa mesmo – no caso, na casa da “Vó”, a bisavó da aniversariante – e organizar tudo sozinhos. Porém, para não ficar muito simples, a Bibi escolheu como tema o filme Frozen – nem amei, né? – e eu comecei a buscar referências para que o bolo caracteriza-se bem a escolha.

É aí que entra a dica que eu quero dar para vocês! Após a escolha do estilo de bolo que queríamos – quando falo no plural, me refiro a mim e meu guapo, Rafael, pai da Bibs – me lembrei de uma amiga queridíssima que é Chef e vive postando maravilhas gastronômicas no Instagram. Não perdi tempo e entrei em contato na hora com a Gabi! Não poderia ter feito escolha melhor. O bolo ficou LINDO, exatamente como queríamos e delicioso – o que, cá entre nós, é difícil quando falamos em pasta americana, que exige um bolo mais rígido.

Apesar de criança amar bolo de chocolate, a Bia tem um paladar apurado e quis o dela de frutas vermelhas, por isso a escolha foi creme de baunilha com geleia de frutas vermelhas na massa branca. Estava tudo super gostoso e nada enjoativo. Eu que amo um bolo de festa no dia seguinte, me acabei porque gelado ficou ainda melhor!! Fora esse, a Gabi trabalha com vários outros sabores que dão água na boca só de pensar, como brigadeiro de chocolate belga e doce de leite com macadâmia.

Não vou falar de valores, óbvio, mas posso garantir que valeu muito a pena. Por isso, para quem mora em São Paulo, indico sem titubear. Além de uma delícia, é tudo feito com o maior capricho, dá até dó de cortar! Separei algumas imagens para vocês terem uma noção de como ficou. A qualidade das fotos não é das melhores porque tirei com meu celular, mas dá para ilustrar bem.

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No fim, a Bia acabou ganhando o Ollaf de pelúcia e ele também virou parte da decoração! O resto ficou por conta de bexigas e docinhos nas cores predominantes do filme. Ficou delicado e ela amou ❤

Para quem quiser conhecer mais do trabalho da Gabi ou entrar em contato para fazer um orçamento, o instagram dela é gabicabett e o e-mail é g.cabett@hotmail.com.

Espero que tenham gostado da dica, eu virei cliente!!

Oi, estou viva!

Antes de mais nada, quero pedir desculpas pelo meu sumiço. Imagino que algumas pessoas tenham se perguntado se eu havia desistido do blog e a resposta é: não. O meu sumiço foi por uma série de boas causas e o post de hoje é para explicar, rapidamente, isso.

Vou fugir totalmente do tema do blog, mas minhas leitoras – que continuaram, em sua maioria, assíduas, apesar da minha ausência – merecem uma explicação. O fato é que, resumidamente, no último mês eu me mudei, fiquei sem internet, meu guapo e minha enteada saíram de férias – ela passa metade das férias com a gente – e foi seu aniversário – assunto que, apesar de não ter nada a ver com imagem, renderá um post semana que vem. Deu pra imaginar o caos?

Pois é, em meio à bagunça de mudança, ligações ilimitadas para todas as operadoras de internet e tv à cabo – cancelamento + compra –, organização de aniversário e todos os programas de férias que devem ser feitos com crianças, eu fui forçada a tirar férias também. Em um primeiro momento não planejava sumir do blog, porém, a luta pela internet foi árdua e chegou uma hora em que eu desisti de me estressar com isso e deixei rolar. Não foi pouco caso com vocês, tá? Fiz isso para não surtar mesmo, hehe.

Mas agora, vida voltando ao seu ritmo normal, venho para avisar que, a partir da semana que vem, o blog será devidamente atualizado com posts ótimos.

E antes de terminar, só para não fugir do tema, uma imagem linda para inspirar o fim de semana. Se você, assim como eu, não sente tanto frio nos pés, aproveite que a temperatura caiu e abuse da dobradinha casaco pesado + sandália de tira. Fica lindo, sexy e super estiloso. E se achar a sandália “pelada” demais, substitua por um belo par de scarpins, você vai ficar tão gata quanto!

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