Corre que ainda dá tempo!

O título do post pode parecer exagerado, mas não é! É que entre as dicas culturais de hoje, está uma imperdível, mas que termina domingo. Se você não se programar direitinho e separar um – bom – tempo para ir, não vai conseguir MESMO.

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Exposição – Salvador Dalí

Acontece no Instituto Tomie Ohtake, até o próximo dia 11/01. São 24 pinturas, 135 desenhos e gravuras, 40 documentos, 15 fotografias e quatro filmes do mestre do surrealismo. A mostra contém obras desde o início da carreira do artista, na década de 1920, até seus últimos trabalhos, o que dá uma excelente perspectiva da evolução profissional do espanhol, suas influências e referências. É pra babar e se apaixonar. Bônus para não perder? Estão expostas as ilustrações feitas para os clássicos Dom Quixote e Alice no país das maravilhas. Como resistir? Pois é, mas tem que garantir sua “vaguinha” com antecedência, retirando senha na entrada do Instituto – lembrando que as senhas valem apenas para o dia em que forem retiradas. E entrada é gratuita e as visitações acontecem às 11, 14 e 17h, sempre em grupos de 30 pessoas. As senhas são limitadas e começam a ser distribuídas às 10h. O Instituto fica na Rua Coropés, 88, em Pinheiros.

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Livro – Não sou uma dessas

Escrito pela americana Lena Dunham, criadora e roteirista – e atriz principal, diretora, produtora executiva… Ufa! – da série Girls, da HBO, o livro é, mais ou menos, autobiográfico e tem uma narrativa super leve, apesar de abordar temas considerados pesados e que, inclusive, causaram muita polêmica fora do Brasil. Eu disse “mais ou menos” autobiográfico por quê? Porque quem acompanha a série e conhece um pouco a autora sabe o quanto ela gosta de misturar fatos que realmente ocorreram com ela, com um pouco de imaginação – ou seria só exagero para romancear, não sei. Apesar de Lena negar veemente, é impossível não perceber o quanto ela e Hanna – protagonista da série – se parecem. Suas instabilidades emocionais, complexos e neuroses se apresentam da mesma forma. Se eu disser que me identifiquei com as histórias de Lena, estarei mentindo. Mas compartilho com ela os mesmos ideais feministas e de liberdade. Acredito que qualquer mulher conseguirá se reconhecer em, pelo menos, um capítulo. O que eu mais gosto no livro? O fato dela, apesar de todas as suas neuroses e receios, nunca ter desistido do que queria. Aliás, mais que isso, nunca ter deixado de acreditar que conseguiria. E olha que ela nem almejava chegar onde chegou!

Bien, essas são minhas sugestões para esse finde e, posso dar uma dica extra? Aproveite para ler o livro enquanto aguarda na fila para a expo!

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